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Brasil conquista a primeira edição da Copa do Mundo Feminina de Futsal

Detentora do recorde mundial, a Seleção Brasileira chegou à 43ª vitória consecutiva; a última derrota foi para a Espanha, por 3 a 2, em 2022

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Seis vezes campeã do Mundialito, atual campeã sul-americana, a Seleção Brasileira protagonizou, neste domingo, o mais glorioso capítulo de sua história no futsal. O Brasil, dirigido por Wilson Sabóia, confirmou o favoritismo e derrotou Portugal por 3 a 0, nas Filipinas, gols de Emily, Amandinha e Débora Vanin. E o placar só não foi mais elástico porque a goleira Ana Catarina, eleita a melhor do torneio, fez ótimas defesas.

“A gente colocou a criança dentro da quadra, aquele espírito de ir atrás dos nossos sonhos quando a gente sai de casa. Acredito muito que Deus nos ajudou, nos deu força, oportunidade. É a primeira Copa do Mundo. Não é fácil ganhar a Copa, galera. Minhas companheiras são espetaculares” celebrou Emily, que venceu a Chuteira de Ouro (sete gols) e a Bola de Ouro do torneio.

Detentora do recorde mundial, a Seleção Brasileira chegou à 43ª vitória consecutiva. A última derrota foi para a Espanha, por 3 a 2, em 2022.

O técnico Wilson Sabóia era só alegria com a nova conquista:- Muito feliz. Tudo que passou nesses 52 dias, a saudade de todo mundo. As atletas são incríveis, a comissão técnica é maravilhosa. Fica um legado muito grande porque vai massificar mais ainda o futsal feminino nas escolas, nos clubes, na universidade. Isso tudo vai produzir melhores técnicos e melhores atletas.

As premiadas:
– Bola de Ouro: Emilly (Brasil)

– Bola de Prata: Débora Vanin (Brasil)

– Bola de Bronze: Lídia Moreira (Portugal)

Prêmio Fair Play da FIFA: Brasil
– Chuteira de Ouro: Emilly (Brasil)

– Chuteira de Prata: Irene Córdoba (Espanha)

– Chuteira de Bronze: Lídia Moreira (Portugal)

Na semifinal, o Brasil goleou a Espanha, por 4 a 1, e, nas quartas, despachou o Japão, por 6 a 1.

Campanha do Brasil marcada por goleadas
Goleadas, aliás, foram rotina para a Seleção Brasileira nas Filipinas. Na fase inicial, a líder do Grupo D superou o (4 a 1), Itália (6 a 1) e Panamá (9 a 0).

Aos 42 anos, a pivô brasileira e camisa 10, Lucileia, foi a jogadora mais velha entre as 224 participantes da Copa. Das 16 seleções, a seleção brasileira tinha a média de idade mais alta, com 33 anos e três meses, seguido por Portugal, com 28 anos e sete meses.

Jogadoras do Brasil: Júlia, Débora Vanin, Bianca, Taty, Tampa, Simone, Diana, Luana Rodrigues, Emilly, Lucileia, Camila, Amandinha, Natalinha, Ana Luiza.

Com informações de: Lance.

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